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Dow celebra 20 anos de tecnologia de remoção de sulfato em reservatórios e plantas de petróleo
Pioneira na introdução da tecnologia de membranas no tratamento de água de injeção, a empresa garante alta qualidade de água com redução de custos, tempo e espaço

A Dow Brasil, por meio de sua unidade de negócio de tratamento de água Dow Water & Process Solutions, acaba de completar 20 anos fornecendo soluções de tratamento de água que quebraram paradigmas tecnológicos na indústria de petróleo e gás. A tecnologia de tratamento que usa membranas de nanofiltração seletiva tem como objetivo remover os sulfatos da água do mar a fim de evitar a formação de camadas de óxidos e fermentação no reservatório. É a utilização de membranas de nanofiltração SR90 que permite remover sulfato para evitar incrustações e garantir a produtividade dos reservatórios de petróleo.

Há 50 anos, a Dow tem se dedicado a fornecer inovações e soluções baseadas em tecnologias para uma ampla gama de necessidades tanto industriais como residenciais. “As soluções de nanofiltração da Dow já são referência na indústria de petróleo e gás na América Latina. Há poucos anos abriu-se patente para que outras empresas participem deste mercado”, afirma Felipe Pinto, Gerente de Marketing de osmose reversa e nanofiltração para as Américas da Dow Water & Process Solutions.

De acordo com Felipe, a empresa oferece um amplo portfólio de aditivos químicos e conhecimento de aplicações para filtros aplicados em offshore como é o caso das membranas de nanofiltração Filmtec™ SR90 que podem ser utilizadas para purificar a água do mar, que contêm estrôncio e bário, substâncias que podem precipitar a presença de sulfato, formando incrustações que comprometem a produtividade do reservatório. Além disso, as membranas SR90 possuem uma tecnologia econômica e ambientalmente viável para a remoção dos íons de sulfato também presentes na água do mar.

Histórico

Atualmente, mais de 50 unidades de remoção de sulfato estão funcionando com capacidade para mais de 7,5 milhões de barris de água por dia de injeção cumulativa instalada no Mar do Norte, no Golfo do México, no Oeste da África e no Brasil. A introdução da tecnologia, desde a ideia original até a aceleração da expansão, no início dos anos 2000, levou bastante tempo. A aceitação das membranas e da tecnologia envolvida no processo, por parte da indústria de gás e petróleo como um todo pode ter levado a essa implantação lenta bem como o longo ciclo de desenvolvimento inerente dos projetos em águas profundas, desde a fase de engenharia até a construção.

Vários fatores também contribuíram para a adoção da remoção de sulfato de maneira predominante e o estabelecimento do tratamento por membranas na indústria de gás e petróleo. O aumento na produção em águas ultraprofundas, desde o início da década de 2000, principalmente no Oeste da África e no Brasil, impulsionou a prática de remoção de sulfatos na fonte, em vez da utilização de químicos para inibir a formação da camada de oxidação.

“A própria tecnologia de membranas continua sendo desenvolvida e aprimorada com o intuito de atender aos requisitos da indústria, que está em constante evolução, tais como os níveis mais baixos de passagem de sulfatos e a redução no peso e na área dos sistemas. A nova composição química das membranas, que proporciona maior rejeição e maior produtividade, já foi introduzida no mercado e o desenvolvimento de módulos possibilitou uma área de superfície ainda maior por unidade de volume”, explica Kevin Reyntjens, gerente de marketing da divisão de Oilfield Water da Dow Chemical.

Tecnologia

A Dow é a empresa líder na tecnologia que remove os íons de sulfato presentes na água do mar utilizando membranas de nanofiltração SR-90. A perfuração de poços em águas profundas exige o uso de água sem a presença de sulfato e o módulo de membranas SR90 é capaz de garantir o nível de sulfato da água de injeção abaixo de 20ppm em um passo de polimento, reduzindo assim o espaço e o peso da instalação de forma significativa.